SINGER, Peter. Ética Prática - São Paulo: Martins Fontes, 1993.
http://www.scribd.com/doc/7299953/Peter-Singer-Etica-Pratica
quarta-feira, 10 de março de 2010
terça-feira, 9 de março de 2010
Tornar a Educação Inclusiva
AINSCOW, Mel. Tornar a Educação Inclusiva: como esta terefa deve ser conceituada? In: Osmar Fávero, Windy Ferreira, Timothy Ireland e Débora Barreiros (Orgs.), Tornar a Educação Inclusiva. Brasília: UNESCO, 2009. p.11 e 23
http://unesdoc.unesco.org/images/0018/001846/184683POR.pdf
http://unesdoc.unesco.org/images/0018/001846/184683POR.pdf
sexta-feira, 5 de março de 2010
Atividade de compreensão do texto:
Leitura Analítica: AINSCOW, Mel. Tornar a educação inclusiva: como esta tarefa deve ser conceituada? In: Osmar Fávero, Windy Ferreira, Timothy Ireland e Débora Barreiros (Orgs.), Tornar a educação inclusiva. Brasília: UNESCO, 2009. p.11 e 23.
A partir da leitura analítica do texto de AINSCOW, Mel. Tornar a educação inclusiva: como esta tarefa deve ser conceituada?
1. Descreva qual é a base de suas ações e sobre que as direções que gostaria de ver o desenvolvimento da educação seguir?
2. Defina a noção de inclusão:
A partir da leitura analítica do texto de AINSCOW, Mel. Tornar a educação inclusiva: como esta tarefa deve ser conceituada?
1. Descreva qual é a base de suas ações e sobre que as direções que gostaria de ver o desenvolvimento da educação seguir?
2. Defina a noção de inclusão:
quinta-feira, 4 de março de 2010
Plano de Ensino 2010.1
Serviço Público Federal
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA
CENTRO DE CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO
DEPARTAMENTO ESTUDOS ESPECIALIZADOS EM EDUCAÇÃO
CURSO DE EDUCAÇÃO FÍSICA
CÓDIGO: EED5118
DISCIPLINA: Seminário Temático: EDUCAÇÃO E PROCESSOS INCLUSIVOS CRÉDITOS: 02 – Semestre: 2010.1
Profa. Ida Mara Freire
PLANO DE ENSINO
Ementa: Educação processos de exclusão e inclusão. Noções do corpo na sociedade atual e na educação física. Noções de diferenciação individual e social e sua repercussão no contexto escolar: Diferença, Estigma, Preconceito,Identidade, Alteridade e Ética na Educação.
OBJETIVO GERAL E/OU ESPECÍFICO:
• Proporcionar ao estudante estudo das teorias, conceitos filosóficos, antropológicos, psicológicos, envolvidos nas relações intergrupais e interindividuais e analisar suas repercussões no contexto escolar.
• Discutir os conceitos inclusão, ética, igualdade, diferença, estigma, estereótipos, preconceito, identidade social e alteridade.
• Examinar a prática pedagógica no trato da diferença [social e individual] no ambiente educacional.
• Compreender a escola como espaço de acolhimento da alteridade.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO E CRONOGRAMA
Unidade I: Escola na contemporaneidade
Noção: Inclusão
Data: 01 de Março (semana 1)
Escritos Breves:
FREIRE, IDA MARA. Escola: de que amanhã? Florianópolis. CED. UFSC. 2010. Apostila.
Data: 8 de Março (semana 2)
Atividade: Definição de conceitos
Data: 15 de Março (semana 3)
LEITURA ANALÍTICA: AINSCOW, Mel. Tornar a educação inclusiva: como esta tarefa deve ser conceituada? In: Osmar Fávero, Windy Ferreira, Timothy Ireland e Débora Barreiros (Orgs.), Tornar a educação inclusiva. Brasília: UNESCO, 2009. p.11 e 23.
Data: 22 de Março (semana 4)
Atividade: Compreensão do texto e definição da noção inclusão
Unidade II: Diferença na Formação de Professores
Noção: Diferença
Data: 29 de Março (semana 5)
Escritos Breves:
FREIRE, IDA MARA. O estudo da diferença Florianópolis. CED. UFSC. 2010. Apostila.
Data: 05 de Abril (semana 6)
LEITURA ANALÍTICA: DERRIDA, Jaques e ROUDINESCO, Elisabeth. Políticas da Diferença. In: DERRIDA, Jaques e ROUDINESCO, Elisabeth. De que amanhã...Diálogo. Rio de Janeiro. Jorge Zahar. 2004. p.7,8; 32-47.
Data: 12 de Abril (semana 7)
Atividade: Compreensão do texto e definição da noção diferença.
Unidade III: Corpo e identidade na escola
Noção: Estigma
Data: 19 de Abril (semana 8)
Escritos Breves:
FREIRE, IDA MARA. Corpo Marcado: o estigma no contexto escolar. Florianópolis. CED. UFSC. 2010. Apostila.
Data: 26 de Abril (semana 9)
LEITURA ANALÍTICA: GOFFMAN, Erving. (1988), Estigma: notas sobre a manipulação da identidade deteriorada. Tradução de Márcia B.M.L. Nunes. 4ª. Ed. Rio de Janeiro, Guanabara. p.7 a 28.
Data: 03 de Maio (semana 10)
Atividade: Compreensão do texto e definição da noção estigma.
Unidade IV: Juízo Perceptivo e a formação de Estereótipos
Noção: Preconceito
Data: 10 de Maio (semana 11)
Escritos Breves:
FREIRE, IDA MARA. Brincando de esconde-esconde: a construção da identidade da criança afrodescendente no contexto da educação infantil. Florianópolis.NEN. Núcleo de Estudos Negros. 1998.
Data: 17 de Maio (semana 12)
LEITURA: TAJFEL, Henri. (1982). Aspectos cognitivos do preconceito. In: H.Tajfel. Grupos humanos e categorias sociais. Tradução de Lígia Amâncio. Lisboa, Livros Horizonte; vol. I e II.
Data: 24 de Maio (semana 13)
Atividade: Compreensão do texto e definição da noção preconceito.
Unidade V: O acolhimento da alteridade
Noção: Igualdade
Data: 31 de Maio (semana 14)
Escritos Breves:
FREIRE, IDA MARA. Educação e o desafio da coexistência. Florianópolis. CED. UFSC. 2010. Apostila.
Data: 7 de Junho (semana 15)
LEITURA: SINGER, Peter. (1994), “A Igualdade e suas implicações”, in P. Singer. Ética Prática. Tradução de Jefferson Luiz Camargo. São Paulo, Martins Fontes, p.25-64.
Data: 14 de Junho (semana 16)
Atividade: Compreensão do texto e revisão das noção igualdade.
Avaliação:
Data: 21 de Junho (semana 17)
Recuperação:
Data: 28 de Junho (semana 18)
BIBLIOGRAFIA SELECIONADA:
ARENDT, Hannah (1993) A dignidade da Política. Rio de Janeiro. Relume-Dumará.
AQUINO, Julio Groppa. (1998) Diferenças e preconceito na escola: alternativas e práticas. São Paulo, Summus Editorial. 1998
BURBULES, Nicholas & RICE, Suzanne (1993) Diálogo entre as diferenças: continuando a conversação. in: SILVA, Tomaz. (org. ) Teoria educacional crítica em tempos pós-modernos. Porto Alegre: Artes Médicas.
DUQUE-ESTRADA, Paulo César (2008) Espectros de Derrida. Rio de Janeiro: PUC e Nau.
ELIAS, Nobert Os estabelecidos e os outsiders: sociologia das relações de poder a partir de uma pequena comunidade. Tradução: Vera Ribeiro. Rio de Janeiro, Zahar
GOFFMAN, Erving. (1988), Estigma: notas sobre a manipulação da identidade deteriorada. Tradução de Márcia B.M.L. Nunes. 4ª. Ed. Rio de Janeiro, Guanabara. p.137-150.
GONÇALVES SILVA, Petronilha Beatriz. (2002) Experiências Étnico-Culturais para a Formação de Professores. Belo Horizonte: Autêntica.
HALL, Stuart. (2004), A Identidade cultural na pós-modernidade. 9ª . ed. Tradução de Tomaz Tadeu da Silva e Guacira Lopes Louro. Rio de Janeiro: DP&ª.
LARROSA, Jorge & LARA, Nuria Pérez (1998) Imagens do Outro. Petrópolis RJ: Vozes.
MERLEAU-PONTY, Maurice (2004), “ O homem visto de fora”. In: M. Merleau-Ponty. Conversas -1948. São Paulo: Martins Fontes.
SERIE PENSAMENTO NEGRO E EDUCAÇÃO. (2002) Multiculturalismo e a Pedagogia Multirracial e Popular . Florianópolis: Atilènde, v. 8, dezembro.
PAIXAO, Marcelo Jorge P. (2003), Desenvolvimento Humano e relações raciais. Rio de Janeiro, DP&A.
TAJFEL, Henri. (1982), Grupos humanos e categorias sociais. Tradução de Lígia Amâncio. Lisboa, Livros Horizonte; vol. I e II.
WOODWARD, Kathryn. (2004), Identidade e diferença: uma introdução teórica e conceitual. In: T.T da Silva (org) 3ª. Ed. Identidade e diferença. Petrópolis: Vozes. p.7-72.
Vídeos:
Filosofia para o dia a dia. Autor Alan De Botton
Atividades de Ensino-Aprendizagem
Leitura e Escrita: a aula será pautada nas atividades de leitura e escrita acerca de temas propostos pela professora e participantes da disciplina.
Ler para aprender – escrever para aprender
Texto: BERNARDO, Gustavo. Educação pelo argumento. Rio deJaneiro: Rocco; 2000.
Maneiras de estudar
Texto: NORTHEDGE, Andrew. Técnicas para estudar com sucesso. Tradução: Susana M. Fontes e Arlene D. Rodrigues. Florianópolis SC, The open University e UFSC, 1998.
Avaliação
Participação e Freqüência.
Elaboração de textos breves de sistematização de estudos.
Elaboração e apresentação de seminários.
Auto-avaliação
E-mail: idamara@ced.ufsc.br
www.processosinclusivos.blogspost.com/
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA
CENTRO DE CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO
DEPARTAMENTO ESTUDOS ESPECIALIZADOS EM EDUCAÇÃO
CURSO DE EDUCAÇÃO FÍSICA
CÓDIGO: EED5118
DISCIPLINA: Seminário Temático: EDUCAÇÃO E PROCESSOS INCLUSIVOS CRÉDITOS: 02 – Semestre: 2010.1
Profa. Ida Mara Freire
PLANO DE ENSINO
Ementa: Educação processos de exclusão e inclusão. Noções do corpo na sociedade atual e na educação física. Noções de diferenciação individual e social e sua repercussão no contexto escolar: Diferença, Estigma, Preconceito,Identidade, Alteridade e Ética na Educação.
OBJETIVO GERAL E/OU ESPECÍFICO:
• Proporcionar ao estudante estudo das teorias, conceitos filosóficos, antropológicos, psicológicos, envolvidos nas relações intergrupais e interindividuais e analisar suas repercussões no contexto escolar.
• Discutir os conceitos inclusão, ética, igualdade, diferença, estigma, estereótipos, preconceito, identidade social e alteridade.
• Examinar a prática pedagógica no trato da diferença [social e individual] no ambiente educacional.
• Compreender a escola como espaço de acolhimento da alteridade.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO E CRONOGRAMA
Unidade I: Escola na contemporaneidade
Noção: Inclusão
Data: 01 de Março (semana 1)
Escritos Breves:
FREIRE, IDA MARA. Escola: de que amanhã? Florianópolis. CED. UFSC. 2010. Apostila.
Data: 8 de Março (semana 2)
Atividade: Definição de conceitos
Data: 15 de Março (semana 3)
LEITURA ANALÍTICA: AINSCOW, Mel. Tornar a educação inclusiva: como esta tarefa deve ser conceituada? In: Osmar Fávero, Windy Ferreira, Timothy Ireland e Débora Barreiros (Orgs.), Tornar a educação inclusiva. Brasília: UNESCO, 2009. p.11 e 23.
Data: 22 de Março (semana 4)
Atividade: Compreensão do texto e definição da noção inclusão
Unidade II: Diferença na Formação de Professores
Noção: Diferença
Data: 29 de Março (semana 5)
Escritos Breves:
FREIRE, IDA MARA. O estudo da diferença Florianópolis. CED. UFSC. 2010. Apostila.
Data: 05 de Abril (semana 6)
LEITURA ANALÍTICA: DERRIDA, Jaques e ROUDINESCO, Elisabeth. Políticas da Diferença. In: DERRIDA, Jaques e ROUDINESCO, Elisabeth. De que amanhã...Diálogo. Rio de Janeiro. Jorge Zahar. 2004. p.7,8; 32-47.
Data: 12 de Abril (semana 7)
Atividade: Compreensão do texto e definição da noção diferença.
Unidade III: Corpo e identidade na escola
Noção: Estigma
Data: 19 de Abril (semana 8)
Escritos Breves:
FREIRE, IDA MARA. Corpo Marcado: o estigma no contexto escolar. Florianópolis. CED. UFSC. 2010. Apostila.
Data: 26 de Abril (semana 9)
LEITURA ANALÍTICA: GOFFMAN, Erving. (1988), Estigma: notas sobre a manipulação da identidade deteriorada. Tradução de Márcia B.M.L. Nunes. 4ª. Ed. Rio de Janeiro, Guanabara. p.7 a 28.
Data: 03 de Maio (semana 10)
Atividade: Compreensão do texto e definição da noção estigma.
Unidade IV: Juízo Perceptivo e a formação de Estereótipos
Noção: Preconceito
Data: 10 de Maio (semana 11)
Escritos Breves:
FREIRE, IDA MARA. Brincando de esconde-esconde: a construção da identidade da criança afrodescendente no contexto da educação infantil. Florianópolis.NEN. Núcleo de Estudos Negros. 1998.
Data: 17 de Maio (semana 12)
LEITURA: TAJFEL, Henri. (1982). Aspectos cognitivos do preconceito. In: H.Tajfel. Grupos humanos e categorias sociais. Tradução de Lígia Amâncio. Lisboa, Livros Horizonte; vol. I e II.
Data: 24 de Maio (semana 13)
Atividade: Compreensão do texto e definição da noção preconceito.
Unidade V: O acolhimento da alteridade
Noção: Igualdade
Data: 31 de Maio (semana 14)
Escritos Breves:
FREIRE, IDA MARA. Educação e o desafio da coexistência. Florianópolis. CED. UFSC. 2010. Apostila.
Data: 7 de Junho (semana 15)
LEITURA: SINGER, Peter. (1994), “A Igualdade e suas implicações”, in P. Singer. Ética Prática. Tradução de Jefferson Luiz Camargo. São Paulo, Martins Fontes, p.25-64.
Data: 14 de Junho (semana 16)
Atividade: Compreensão do texto e revisão das noção igualdade.
Avaliação:
Data: 21 de Junho (semana 17)
Recuperação:
Data: 28 de Junho (semana 18)
BIBLIOGRAFIA SELECIONADA:
ARENDT, Hannah (1993) A dignidade da Política. Rio de Janeiro. Relume-Dumará.
AQUINO, Julio Groppa. (1998) Diferenças e preconceito na escola: alternativas e práticas. São Paulo, Summus Editorial. 1998
BURBULES, Nicholas & RICE, Suzanne (1993) Diálogo entre as diferenças: continuando a conversação. in: SILVA, Tomaz. (org. ) Teoria educacional crítica em tempos pós-modernos. Porto Alegre: Artes Médicas.
DUQUE-ESTRADA, Paulo César (2008) Espectros de Derrida. Rio de Janeiro: PUC e Nau.
ELIAS, Nobert Os estabelecidos e os outsiders: sociologia das relações de poder a partir de uma pequena comunidade. Tradução: Vera Ribeiro. Rio de Janeiro, Zahar
GOFFMAN, Erving. (1988), Estigma: notas sobre a manipulação da identidade deteriorada. Tradução de Márcia B.M.L. Nunes. 4ª. Ed. Rio de Janeiro, Guanabara. p.137-150.
GONÇALVES SILVA, Petronilha Beatriz. (2002) Experiências Étnico-Culturais para a Formação de Professores. Belo Horizonte: Autêntica.
HALL, Stuart. (2004), A Identidade cultural na pós-modernidade. 9ª . ed. Tradução de Tomaz Tadeu da Silva e Guacira Lopes Louro. Rio de Janeiro: DP&ª.
LARROSA, Jorge & LARA, Nuria Pérez (1998) Imagens do Outro. Petrópolis RJ: Vozes.
MERLEAU-PONTY, Maurice (2004), “ O homem visto de fora”. In: M. Merleau-Ponty. Conversas -1948. São Paulo: Martins Fontes.
SERIE PENSAMENTO NEGRO E EDUCAÇÃO. (2002) Multiculturalismo e a Pedagogia Multirracial e Popular . Florianópolis: Atilènde, v. 8, dezembro.
PAIXAO, Marcelo Jorge P. (2003), Desenvolvimento Humano e relações raciais. Rio de Janeiro, DP&A.
TAJFEL, Henri. (1982), Grupos humanos e categorias sociais. Tradução de Lígia Amâncio. Lisboa, Livros Horizonte; vol. I e II.
WOODWARD, Kathryn. (2004), Identidade e diferença: uma introdução teórica e conceitual. In: T.T da Silva (org) 3ª. Ed. Identidade e diferença. Petrópolis: Vozes. p.7-72.
Vídeos:
Filosofia para o dia a dia. Autor Alan De Botton
Atividades de Ensino-Aprendizagem
Leitura e Escrita: a aula será pautada nas atividades de leitura e escrita acerca de temas propostos pela professora e participantes da disciplina.
Ler para aprender – escrever para aprender
Texto: BERNARDO, Gustavo. Educação pelo argumento. Rio deJaneiro: Rocco; 2000.
Maneiras de estudar
Texto: NORTHEDGE, Andrew. Técnicas para estudar com sucesso. Tradução: Susana M. Fontes e Arlene D. Rodrigues. Florianópolis SC, The open University e UFSC, 1998.
Avaliação
Participação e Freqüência.
Elaboração de textos breves de sistematização de estudos.
Elaboração e apresentação de seminários.
Auto-avaliação
E-mail: idamara@ced.ufsc.br
www.processosinclusivos.blogspost.com/
terça-feira, 26 de maio de 2009
Aprecie o Múltipla Dança - Notações
Notações para apreciar o Múltipla Dança
Por Ida Mara Freire (*)
Quem pode apreciar a dança? Apreciar está associada ao ato de dar valor a, ter em apreço, estimar, prezar, ter consideração por. O Múltipla Dança está repleto de atividades para o expectador vivenciar a experiência estética, que pode ser um deleite para uns e desafios para outros, só não vale a indiferença. Este evento propõe uma programação com o intuito de deixar na agenda cultural de Florianópolis uma marca indelével. As organizadoras do evento Marta Cesar e Jussara Xavier convictas de que o encontro é de relevância para a profissionalização da dança local, salientam “aproveitem este tempo-espaço.” É atenta a esse convite desejoso de receptividade que busco oferecer algumas razões para que a pessoa que aprecia ou quer apreciar essa experiência tão peculiar que é a dança, participe, desfrute desse Seminário que resiste brava e criativamente as intempéries econômicas, políticas e culturais. Então, aproveite e desperte a sua curiosidade para a diversidade de contextos, imagens, diálogos e dança. O Múltipla vai apresentar uma série de atividades relacionadas ao Ano da França no Brasil. Aguce sua percepção. Atente-se para um gesto sutil, o figurino, a iluminação, a cenografia dos distintos espetáculos de dança. Veja, escute, cheire, prove, saboreie, toque, perceba como essas sensações podem ser elementos da composição coreográfica. Esteja aberto para aprender. A dança contemporânea é uma oportunidade para conhecermos outras possibilidades de comunicação tais como as disponibilizados no Lounge do Acervo Mariposa. Aprofunde seus conhecimentos acerca do vídeodança ao participar da amostra Sul Americana do Dança em Foco. Compreenda ao prestigiar os Diálogos como a ação política e a economia afetam a dança, e como ocorre o processo individual de criação que vai do corpo à cena. A dança é sempre um convite de ver movimentos comuns em contextos distintos e criar movimentos originais em lugares comuns. Mas, isso só tem graça se for compartilhado, sem a sua presença a dança não acontece, seu olhar é que sustenta o gesto do artista. Apreciar a dança demanda uma disposição de buscar compreender como, para onde e com quem se movimenta isso já é assunto para outra notação. Aprecie o Múltipla...
(*) Professora
idamara@ced.ufsc.br
publicado no Jornal Notícias do Dia em 26 de maio de 2009
Por Ida Mara Freire (*)
Quem pode apreciar a dança? Apreciar está associada ao ato de dar valor a, ter em apreço, estimar, prezar, ter consideração por. O Múltipla Dança está repleto de atividades para o expectador vivenciar a experiência estética, que pode ser um deleite para uns e desafios para outros, só não vale a indiferença. Este evento propõe uma programação com o intuito de deixar na agenda cultural de Florianópolis uma marca indelével. As organizadoras do evento Marta Cesar e Jussara Xavier convictas de que o encontro é de relevância para a profissionalização da dança local, salientam “aproveitem este tempo-espaço.” É atenta a esse convite desejoso de receptividade que busco oferecer algumas razões para que a pessoa que aprecia ou quer apreciar essa experiência tão peculiar que é a dança, participe, desfrute desse Seminário que resiste brava e criativamente as intempéries econômicas, políticas e culturais. Então, aproveite e desperte a sua curiosidade para a diversidade de contextos, imagens, diálogos e dança. O Múltipla vai apresentar uma série de atividades relacionadas ao Ano da França no Brasil. Aguce sua percepção. Atente-se para um gesto sutil, o figurino, a iluminação, a cenografia dos distintos espetáculos de dança. Veja, escute, cheire, prove, saboreie, toque, perceba como essas sensações podem ser elementos da composição coreográfica. Esteja aberto para aprender. A dança contemporânea é uma oportunidade para conhecermos outras possibilidades de comunicação tais como as disponibilizados no Lounge do Acervo Mariposa. Aprofunde seus conhecimentos acerca do vídeodança ao participar da amostra Sul Americana do Dança em Foco. Compreenda ao prestigiar os Diálogos como a ação política e a economia afetam a dança, e como ocorre o processo individual de criação que vai do corpo à cena. A dança é sempre um convite de ver movimentos comuns em contextos distintos e criar movimentos originais em lugares comuns. Mas, isso só tem graça se for compartilhado, sem a sua presença a dança não acontece, seu olhar é que sustenta o gesto do artista. Apreciar a dança demanda uma disposição de buscar compreender como, para onde e com quem se movimenta isso já é assunto para outra notação. Aprecie o Múltipla...
(*) Professora
idamara@ced.ufsc.br
publicado no Jornal Notícias do Dia em 26 de maio de 2009
quinta-feira, 21 de maio de 2009
O corpo - no múltipla dança
Caras/os estudantes,
Como combinamos, a programação de segunda-feira será realizada durante a semana com a participação de qualquer atividade do Seminário Internacional de Dança Contemporânea - Múltipla Dança. A Atividade será escrever suas noçôes de corpo antes e depois de participar de uma atividade do Múltipla.
o site do múltipla é http://multipladanca.webnode.com
a programação e outros detalhes também está no
www.escrevedance.blogspot.com
Como combinamos, a programação de segunda-feira será realizada durante a semana com a participação de qualquer atividade do Seminário Internacional de Dança Contemporânea - Múltipla Dança. A Atividade será escrever suas noçôes de corpo antes e depois de participar de uma atividade do Múltipla.
o site do múltipla é http://multipladanca.webnode.com
a programação e outros detalhes também está no
www.escrevedance.blogspot.com
sexta-feira, 1 de maio de 2009
Sêneca e a ira
Professora, sobre o filme que a senhora passou sobre Sêneca
Minha opinião sobre o filme (não diretamente sobre a teoria do Sêneca), o Dr. do filme falou mais em ser pessimista e não otimista, acredito que com essa visão provavelmente as pessoas não teriam desilusões, o que não traria o sentimento de raiva, porem no meu ponto de vista o fato das pessoas se tornarem pessimista e não otimistas, iria diminuir consideravelmente o numero de pessoas com raiva, porem iria aumentar significativamente o numero de pessoas com depressão.
Imagine, a senhora sendo pessimista sempre, isso iria acabar criando medo, você começaria a pensar em coisas que poderiam dar errado e deixaria de fazer muitas coisas, e alem disso acabaria não deixando entes queridos fazer certas coisas já que você veria o perigo em muitas coisas. Por exemplo, as crianças experimentam muitos movimentos e muitas “coisas” que a maioria dos adultos não fariam, já que a criança não pensa no perigo que aquele movimento ou aquela “coisa” pode lhe oferecer, e por tanto acaba fazendo-o, já um adulto tendera a ver o risco que aquilo lhe oferece e muitas vezes acaba não experimentando algo porque ele o julga perigoso.
Alem disso ao ser pessimista não teríamos motivações para fazer muitas coisas, já que estaríamos pensando sempre coisas ruins que poderiam acontecer, e não pensaríamos nas coisas boas que poderia acontecer, o que acabaria “matando” o nosso potencial de desenvolvimento (tanto financeiro como social).
Acredito ainda que com esse pessimismo acabaríamos tendo uma sociedade sem muita violência (já que não teríamos a raiva) porem teríamos índices de suicídio altíssimos.
Concordo com o Dr. que sendo pessimista nos não nos decepcionaremos, e seja lá o que aconteça ira apenas confirmar nossas expectativa ou ira nos surpreender de uma maneira boa, mas o excesso de pessimismo nos tornaria uma pessoa “vazia”.
Acredito (com base apenas no filme) que o que Sêneca quis nos passar é que devemos sempre estar preparado para coisas imprevistas, para que quando alguma coisa ruim (e/ou fora dos nossos planos) nos aconteça, não sejamos pegos totalmente de surpresa, e que essa preparação nos permita contornar a situação “ruim” para que possamos dar continuidade aos nossos planos, sem que estes sejam muito afetados.
Bom feriadão
abraços
Emerson P. Damiani
Minha opinião sobre o filme (não diretamente sobre a teoria do Sêneca), o Dr. do filme falou mais em ser pessimista e não otimista, acredito que com essa visão provavelmente as pessoas não teriam desilusões, o que não traria o sentimento de raiva, porem no meu ponto de vista o fato das pessoas se tornarem pessimista e não otimistas, iria diminuir consideravelmente o numero de pessoas com raiva, porem iria aumentar significativamente o numero de pessoas com depressão.
Imagine, a senhora sendo pessimista sempre, isso iria acabar criando medo, você começaria a pensar em coisas que poderiam dar errado e deixaria de fazer muitas coisas, e alem disso acabaria não deixando entes queridos fazer certas coisas já que você veria o perigo em muitas coisas. Por exemplo, as crianças experimentam muitos movimentos e muitas “coisas” que a maioria dos adultos não fariam, já que a criança não pensa no perigo que aquele movimento ou aquela “coisa” pode lhe oferecer, e por tanto acaba fazendo-o, já um adulto tendera a ver o risco que aquilo lhe oferece e muitas vezes acaba não experimentando algo porque ele o julga perigoso.
Alem disso ao ser pessimista não teríamos motivações para fazer muitas coisas, já que estaríamos pensando sempre coisas ruins que poderiam acontecer, e não pensaríamos nas coisas boas que poderia acontecer, o que acabaria “matando” o nosso potencial de desenvolvimento (tanto financeiro como social).
Acredito ainda que com esse pessimismo acabaríamos tendo uma sociedade sem muita violência (já que não teríamos a raiva) porem teríamos índices de suicídio altíssimos.
Concordo com o Dr. que sendo pessimista nos não nos decepcionaremos, e seja lá o que aconteça ira apenas confirmar nossas expectativa ou ira nos surpreender de uma maneira boa, mas o excesso de pessimismo nos tornaria uma pessoa “vazia”.
Acredito (com base apenas no filme) que o que Sêneca quis nos passar é que devemos sempre estar preparado para coisas imprevistas, para que quando alguma coisa ruim (e/ou fora dos nossos planos) nos aconteça, não sejamos pegos totalmente de surpresa, e que essa preparação nos permita contornar a situação “ruim” para que possamos dar continuidade aos nossos planos, sem que estes sejam muito afetados.
Bom feriadão
abraços
Emerson P. Damiani
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